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28/10/2016 – Cabeças na Nuvem (28/10/2015)

 
FILE - In this Wednesday, Sept. 12, 2012, file photo, Apple CEO Tim Cook speaks following an introduction of the new iPhone 5 in San Francisco. Apple is emerging as a gentler, cuddlier corporate citizen in the year after the death of CEO and co-founder Steve Jobs. CEO Tim Cook's announcement that the company is moving a Mac production line to the U.S. is just the latest step in a charm offensive designed to soften Apple's image. (AP Photo/Eric Risberg)

Cabeças na nuvem

Com a ascensão da internet e dos dispositivos móveis estamos passando por uma nova revolução na área de trabalho: cada vez mais profissionais adotam o home office, ou seja, basta ter conexão wi-fi e um computador para trabalhar de qualquer lugar. Essa é a “nuvem humana”.

Um em cada quatro profissionais do mundo já se encaixam nessa nova política denominada de trabalho remoto. A tendência é que o número de pessoas que adotam esse trabalho cresça ainda mais. A mudança já é chamada por alguns de “revolução do emprego flexível”.

“O risco, para os críticos desse movimento: pode ser o início de uma peleja entre empregadores e funcionários, com a deterioração das condições de trabalho”, cita a reportagem.

Não enxergo as coisas por esse lado, aliás, eu não vejo mal algum com esse modelo, ele pode dar muito certo se as partes envolvidas colaborarem. As empresas devem seguir as normas que se enquadram nesse tipo de serviço e serem flexíveis com horários já que os trabalhadores poderão cumprir com a demanda de qualquer lugar – em casa, no parque, em outro país –, mas também desde que seja tudo entregue como o proposto. Nessa questão, os profissionais devem ter boa conduta e saber dividir os momentos profissionais do lazer. Afinal, eles serão avaliados por seu desempenho, então devem se mostrar capazes de realizar bem sua função, independente de onde estiverem. Também penso que quando estamos em um ambiente que gostamos, os resultados tendem a ser mais satisfatórios e prazerosos. Outras questões positivas também envolvem, por exemplo, a diminuição do fluxo de carros no trânsito e o alívio na crise do desemprego.

*Assunto extraído da Revista Veja – Edição 2449

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