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	<title>SOBRATT &#187; 2° semestre de 2017</title>
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	<description>Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades</description>
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		<title>10/12/2017 &#8211; Mobilidade Urbana e Meio Ambiente estimulam expansão do teletrabalho nas grandes cidades</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Dec 2017 13:45:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[sobratt]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[2° semestre de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias / Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[08/12/2017 09:01&#160;-&#160;ANTP &#160; A&#160;Comiss&#227;o de Mobilidade Urbana da OAB&#160;, com apoio da ANTP e outras entidades, promove no pr&#243;ximo dia 12 de dezembro o Semin&#225;rio &#8216;Mobilidade Corporativa&#8217;.&#160;Veja aqui&#160;a programa&#231;&#227;o e como participar. A quest&#227;o do&#160;Teletrabalho &#8211; sua ado&#231;&#227;o, regula&#231;&#227;o, pr&#225;ticas seguras e impacto na mobilidade, &#233; o tema central do evento que acontece em S&#227;o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>
	08/12/2017 09:01&nbsp;-&nbsp;ANTP
</p>
<div style="margin-left:-15px;">
<div>
		<img alt="" src="http://files.antp.org.br/clipping/carbon_footprint.gif" style="border:0px;vertical-align:middle;height:auto;" />
	</div>
<div>
<h3>
			&nbsp;<br />
		</h3>
<div>
<p>
				A&nbsp;<em>Comiss&atilde;o de Mobilidade Urbana da OAB</em>&nbsp;, com apoio da ANTP e outras entidades, promove no pr&oacute;ximo dia 12 de dezembro o Semin&aacute;rio &lsquo;Mobilidade Corporativa&rsquo;.&nbsp;<a href="http://www.antp.org.br/noticias/destaques/comissao-de-mobilidade-urbana-da-oab-promove-seminario-mobilidade-corporativa-.html">Veja aqui</a>&nbsp;a programa&ccedil;&atilde;o e como participar.
			</p>
<p>
				A quest&atilde;o do&nbsp;<em>Teletrabalho &#8211; sua ado&ccedil;&atilde;o, regula&ccedil;&atilde;o, pr&aacute;ticas seguras e impacto na mobilidade</em>, &eacute; o tema central do evento que acontece em S&atilde;o Paulo, e sobre o qual falar&atilde;o os diferentes palestrantes convidados.
			</p>
</p></div>
<p>
			Olimpio Alvares, engenheiro mec&acirc;nico pela Escola Polit&eacute;cnica da Universidade de S&atilde;o Paulo, &eacute; um dos especialistas convidados a explanar sobre o Teletrabalho. Olimpio, entre as atividades que desenvolve em v&aacute;rios organismos, &eacute; Diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades &ndash; SOBRATT.
		</p>
</p></div>
</div>
<div style="margin-left:-15px;">
<div>
<p>
			Ser&aacute; por essa organiza&ccedil;&atilde;o que ele falar&aacute; sobre o Teletrabalho: marco legal, impactos socioecon&ocirc;micos e influ&ecirc;ncia na mobilidade.
		</p>
<p>
			Segundo Olimpio, o bin&ocirc;mio&nbsp;<em>Mobilidade Urbana e Meio Ambiente</em>&nbsp;&eacute; uma motiva&ccedil;&atilde;o extra para que o teletrabalho possa se expandir nas grandes cidades brasileiras. O desafio maior est&aacute; em construir uma economia de baixo carbono, desafio global deste s&eacute;culo. Mais que o aumento da temperatura, &eacute; preciso pensar al&eacute;m das quest&otilde;es clim&aacute;ticas como problemas ambientais e enxerga-las como desafio e oportunidade no dom&iacute;nio econ&ocirc;mico e social.
		</p>
<p>
			Para explicar a import&acirc;ncia do teletrabalho, Olimpio descreve o cen&aacute;rio: tudo come&ccedil;ou na Conven&ccedil;&atilde;o-Quadro das Na&ccedil;&otilde;es Unidas sobre Mudan&ccedil;a do Clima (United Nations Framework Convention on Climate Change &#8211; UNFCCC), lan&ccedil;ada na C&uacute;pula da Terra do Rio de Janeiro em 1992 e ratificada por 196 Estados (chamados de &quot;Partes&quot;).
		</p>
<p>
			Posteriormente, a 21&ordf; Confer&ecirc;ncia das Partes da UNFCCC (a chamada COP-21) e a 11&ordf; Reuni&atilde;o das Partes no Protocolo de Quioto (MOP-11) se sucederam entre 30 de novembro e 11 de dezembro de 2015 em Paris. &ldquo;<em>Nessa Confer&ecirc;ncia, chegou-se ao mais robusto acordo clim&aacute;tico da hist&oacute;ria, ratificado em 22 de abril de 2016 na Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas (ONU) em Nova York, por mais de cento e trinta pa&iacute;ses</em>&rdquo;, afirma Olimpio.
		</p>
<p>
			Por fim, o acordo contou com o engajamento da China e dos Estados Unidos (que recentemente, ap&oacute;s a ascens&atilde;o de Donald Trump ao poder, abandonou o acordo), que j&aacute; vinham anunciando ambiciosas a&ccedil;&otilde;es nacionais em prol da redu&ccedil;&atilde;o das emiss&otilde;es de carbono de origem f&oacute;ssil. &ldquo;<em>O objetivo comum &eacute; manter o aquecimento global abaixo dos 2&deg;C, cabendo aos pa&iacute;ses industrializados a maior parte da responsabilidade das a&ccedil;&otilde;es de controle das emiss&otilde;es de origem antropog&ecirc;nica&rdquo;</em>, explica.
		</p>
<p>
			&Eacute; quando o Brasil entra definitivamente na hist&oacute;ria: de modo semelhante &agrave; China, a partir da Confer&ecirc;ncia de Paris, &ldquo;<em>o Brasil demonstrou uma atitude de concreto protagonismo no contexto do combate &agrave;s mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas; com isso, parece que o Brasil n&atilde;o ir&aacute; apenas permanecer como de costume no plano das boas inten&ccedil;&otilde;es e partir&aacute; para a a&ccedil;&atilde;o</em>&rdquo;, garante o diretor da SOBRATT.
		</p>
<p>
			O governo federal encaminhou &agrave; UNFCCC em setembro de 2015 sua Contribui&ccedil;&atilde;o Nacionalmente Determinada (NDC), com as a&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para se atingir as metas de mitiga&ccedil;&atilde;o das emiss&otilde;es de di&oacute;xido de carbono (CO2) e outros gases do efeito estufa (GEE). &ldquo;<em>O compromisso oficial pretendido &eacute; reduzir as emiss&otilde;es de gases de efeito estufa em 37% abaixo dos n&iacute;veis de 2005, em 2025; em seguida, reduzir as emiss&otilde;es em 43% abaixo dos n&iacute;veis de 2005, em 2030</em>&rdquo;, esclarece Olimpio.
		</p>
<p>
			C&aacute;lculos do Minist&eacute;rio do Meio Ambiente d&atilde;o conta que essa contribui&ccedil;&atilde;o &eacute; consistente com n&iacute;veis de emiss&atilde;o de 1,3 GtCO2e (giga-tonelada equivalente de CO2) em 2025 e 1,2 GtCO2e em 2030, correspondendo, respectivamente, &agrave;s redu&ccedil;&otilde;es de 37% e 43%, com base no n&iacute;vel de emiss&otilde;es em 2005 de 2,1 GtCO2e. &ldquo;<em>Traduzindo em mi&uacute;dos, isso corresponde &agrave; queda em 2025 de 66% na intensidade de emiss&otilde;es do Pa&iacute;s (emiss&otilde;es por unidade de PIB) em rela&ccedil;&atilde;o a 2005 e em 75% em 2030</em>&rdquo;, diz Olimpio.
		</p>
<p>
			Falando especificamente do setor de transportes, Olimpio cita que est&atilde;o previstas<em>&nbsp;&ldquo;entre outras a&ccedil;&otilde;es relacionadas &agrave; substitui&ccedil;&atilde;o de combust&iacute;veis f&oacute;sseis por energia renov&aacute;vel limpa, estrat&eacute;gias para incremento da efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica, como, por exemplo, as medidas de desmotoriza&ccedil;&atilde;o e redu&ccedil;&atilde;o da demanda de deslocamentos motorizados desnecess&aacute;rios, bem como de melhorias na infraestrutura de transportes e no transporte p&uacute;blico em &aacute;reas urbanas</em>&rdquo;.
		</p>
<p>
			Olimpio ressalta que o chamado &quot;Transporte Sustent&aacute;vel&quot; foi colocado em destaque na COP-21.
		</p>
<p>
			&ldquo;<em>As medidas foram discutidas em um dos muitos eventos do encontro. A anfitri&atilde;, Paris, apresentou sua meta de substitui&ccedil;&atilde;o de 80% da frota de 4,5 mil &ocirc;nibus (a diesel) at&eacute; 2025, por unidades el&eacute;tricas &#8211; a uma taxa de substitui&ccedil;&atilde;o de 500 &ocirc;nibus por ano. Os 20% restantes circular&atilde;o com biometano, oriundo do processo de purifica&ccedil;&atilde;o do biog&aacute;s, econ&ocirc;mico e abundante em aterros sanit&aacute;rios e numa gama de processos agropecu&aacute;rios e industriais. Outro projeto apresentado em Paris, o MobiliseYourCity (http://mobiliseyourcity.net), pode gerar expectativa positiva entre t&eacute;cnicos de transporte, urbanismo, meio ambiente e gestores de cidades brasileiras</em>&rdquo;, ele conta.
		</p>
<p>
			Tudo para concluir, segundo Olimpio Alvares, que o Brasil vive um momento de boas oportunidades. Ele as descreve:&nbsp;<em>&rdquo;pela Lei Federal 12.587/2012 da Pol&iacute;tica Nacional de Mobilidade Urbana, munic&iacute;pios com mais de 20 mil habitantes s&atilde;o obrigados a elaborar planos de mobilidade urbana. O MobiliseYourCity pretende desenvolver planos de mobilidade urbana sustent&aacute;vel em 100 cidades e 20 pa&iacute;ses em desenvolvimento at&eacute; 2020, com forte vi&eacute;s na desmotoriza&ccedil;&atilde;o e na gest&atilde;o de demanda de viagens urbanas desnecess&aacute;rias &#8211; os programas de GDM (gest&atilde;o de demanda de mobilidade corporativa). Esses programas incluem, entre as principais componentes, o trabalho a dist&acirc;ncia, tamb&eacute;m conhecido por teletrabalho, trabalho remoto e home-office&rdquo;.</em>
		</p>
<p>
			O papel estrat&eacute;gico do Teletrabalho
		</p>
<p>
			Desfiando uma s&eacute;rie de dados, Olimpio mostra a import&acirc;ncia do Teletrabalho como uma das sa&iacute;das recomendadas para a solu&ccedil;&atilde;o de dois problemas cr&ocirc;nicos nas grandes cidades brasileiras: o da mobilidade urbana e o do Meio Ambiente.
		</p>
<p>
			Aos dados&#8230;
		</p>
<p>
			O recente estudo &quot;Op&ccedil;&otilde;es de Pol&iacute;ticas Para Reduzir Emiss&otilde;es Relacionadas ao Uso de Energia&quot;, do World Resources Institute (WRI), aponta o transporte como o setor que mais contribui para as emiss&otilde;es de GEE resultantes do uso de energia no Brasil. &ldquo;<em>Pode-se alcan&ccedil;ar uma ambiciosa descarboniza&ccedil;&atilde;o nesse setor por meio do uso de transporte coletivo e meios n&atilde;o motorizados</em>&rdquo;, alerta Olimpio.
		</p>
<p>
			Outro estudo, assinado pelo Embarq-Brasil, aponta que os deslocamentos ao trabalho s&atilde;o respons&aacute;veis por aproximadamente metade das viagens realizadas diariamente nas cidades brasileiras, o que gera uma perda de tempo entre 10 e 15 dias inteiros por ano, por pessoa.
		</p>
<p>
			<em>&ldquo;&Eacute; nesse contexto, e com essa evid&ecirc;ncia estat&iacute;stica, que a mobilidade corporativa e o teletrabalho vem se consolidando como uma potencial alternativa de desmotoriza&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de demonstrar reiteradamente uma s&eacute;rie virtuosa de outros relevantes cobenef&iacute;cios para empresas, empregados e o meio ambiente&rdquo;</em>, finaliza Olimpio Alvares.
		</p>
<p>
			Ele complementa : &ldquo;<em>a oportunidade &eacute; grande &#8211; 80% dos paulistanos afirmam estar dispostos a deixar de utilizar o carro, caso existam op&ccedil;&otilde;es razo&aacute;veis de transporte &#8211; ou &quot;n&atilde;o-transporte&quot; (teletransporte ou teletrabalho). Em outras grandes cidades congestionadas do Brasil e do mundo essa propor&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve ser muito diversa</em>&rdquo;.
		</p>
<p>
			Para corroborar seu otimismo Olimpio cita dois importantes fatores, um cultural e outro tecnol&oacute;gico.
		</p>
<p>
			&ldquo;<em>Em primeiro lugar n&atilde;o existem mais hoje em dia as supostas barreiras culturais, tecnol&oacute;gicas, de seguran&ccedil;a e, especialmente, de ordem jur&iacute;dico-trabalhista, que poderiam causar eventuais restri&ccedil;&otilde;es &agrave; ado&ccedil;&atilde;o do trabalho a dist&acirc;ncia e outras pr&aacute;ticas de mudan&ccedil;as nos h&aacute;bitos de deslocamento corporativo</em>&rdquo;, afirma.&nbsp;<em>&ldquo;E em segundo lugar, com a recente explos&atilde;o das acess&iacute;veis tecnologias de informa&ccedil;&atilde;o e comunica&ccedil;&atilde;o (TICs), plenamente consolidadas na sociedade brasileira, estamos diante de uma desafiadora perspectiva de potencializar a penetra&ccedil;&atilde;o dessas medidas alternativas ao deslocamento motorizado no meio corporativo brasileiro &#8211; e para tal, requer-se o aux&iacute;lio de gestores com mentalidade avan&ccedil;ada e bem informados, nosso maior desafio&rdquo;.</em>
		</p>
<p>
			Mas o que pensa o setor privado a respeito?
		</p>
<p>
			Olimpio afirma que parece haver j&aacute; um entendimento disseminado no Brasil, entre as grandes empresas e os administradores mais jovens, que o teletrabalho constitui uma das formas poss&iacute;veis de evitar os danosos deslocamentos urbanos motorizados desnecess&aacute;rios, implicando, sem quaisquer riscos gerenciais &#8211; devido &agrave; sua inerente flexibilidade e reversibilidade &#8211; m&uacute;ltiplos benef&iacute;cios econ&ocirc;micos e sociais &agrave;s institui&ccedil;&otilde;es e aos seus colaboradores,&nbsp;<em>&ldquo;al&eacute;m de reduzir a press&atilde;o do tr&aacute;fego motorizado sobre o meio ambiente e a sa&uacute;de p&uacute;blica&rdquo;</em>, ele conclui.
		</p>
<p>
			Um exemplo disso &eacute; a recente pesquisa&nbsp;<em>&ldquo;Comunica&ccedil;&atilde;o e mobilidade: perspectivas profissionais e corporativas&rdquo;</em>, realizada pela Aberje &ndash; Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Comunica&ccedil;&atilde;o Empresarial.
		</p>
<p>
			O levantamento, realizado entre 27 de setembro e 06 de novembro de 2017, se prop&ocirc;s a identificar h&aacute;bitos relativos &agrave; mobilidade urbana de funcion&aacute;rios de empresas e institui&ccedil;&otilde;es, assim como sistematizar as informa&ccedil;&otilde;es sobre as iniciativas empresariais orientadas para a mobilidade e o papel da comunica&ccedil;&atilde;o nesse cen&aacute;rio.
		</p>
<p>
			Dividida em duas partes, a pesquisa da Aberje ouviu os funcion&aacute;rios e as empresas. Na parte voltada aos funcion&aacute;rios, 55% dos entrevistados citaram a mobilidade como um problema central.
		</p>
<p>
			Na segunda parte da pesquisa, em que participaram 155 empresas (cerca de metade delas localizadas na capital), 85% das participantes declararam possuir iniciativas voltadas para a mobilidade, mas 61% dos funcion&aacute;rios acreditam que suas empresas n&atilde;o possuem nenhum programa do tipo. Ou seja, falta comunica&ccedil;&atilde;o.
		</p>
<p>
			Carlos Ramello, coordenador do estudo, afirma que a&ccedil;&otilde;es apontadas pelas companhias, como home office (Teletrabalho), disponibiliza&ccedil;&atilde;o de fretado e infraestrutura de apoio, como biciclet&aacute;rios, muitas vezes n&atilde;o s&atilde;o vistos como programas de melhora da mobilidade.
		</p>
<p>
			Ou seja: n&atilde;o basta realizar a&ccedil;&otilde;es de mobilidade corporativa, &eacute; preciso informar com clareza sobre sua import&acirc;ncia e relev&acirc;ncia para os funcion&aacute;rios, foco principal de qualquer programa.
		</p>
<p>
			Olimpio Alvares desfila os in&uacute;meros benef&iacute;cios do teletrabalho,&nbsp;<em>&ldquo;todos eles facilmente quantific&aacute;veis, no tocante &agrave; mobilidade urbana: redu&ccedil;&atilde;o do consumo e dos custos individuais e coletivos com combust&iacute;veis f&oacute;sseis e renov&aacute;veis; redu&ccedil;&atilde;o das emiss&otilde;es de poluentes globais (GEEs) e de poluentes locais (t&oacute;xicos), causadores de stress, inc&ocirc;modos, doen&ccedil;as cardiovasculares, respirat&oacute;rias e mentais, mortes prematuras e do aquecimento do planeta; redu&ccedil;&atilde;o da polui&ccedil;&atilde;o sonora urbana &#8211; difusa e localizada; redu&ccedil;&atilde;o dos acidentes de tr&acirc;nsito e suas consequ&ecirc;ncias s&oacute;cio-econ&ocirc;micas; redu&ccedil;&atilde;o da super-lota&ccedil;&atilde;o do sistema de transporte p&uacute;blico; redu&ccedil;&atilde;o dos congestionamentos &#8211; e da perda de tempo de cidad&atilde;os nos congestionamentos; aumento da velocidade m&eacute;dia do tr&aacute;fego motorizado remanescente, com redu&ccedil;&atilde;o proporcional dos fatores de emiss&atilde;o de poluentes e de consumo de combust&iacute;vel; melhoria da fluidez do tr&aacute;fego, abrindo espa&ccedil;o f&iacute;sico mais amig&aacute;vel nas vias p&uacute;blicas para aumento da penetra&ccedil;&atilde;o das alternativas ao transporte individual e coletivo motorizado; redu&ccedil;&atilde;o do absente&iacute;smo nas corpora&ccedil;&otilde;es e institui&ccedil;&otilde;es; e maior inclus&atilde;o de profissionais de excel&ecirc;ncia portadores de defici&ecirc;ncias e necessidades especiais&rdquo;</em>.
		</p>
<p>
			&nbsp;O Semin&aacute;rio da OAB &eacute; mais uma chance n&atilde;o s&oacute; para debater a import&acirc;ncia e oportunidade de a&ccedil;&otilde;es de mobilidade corporativa, como tamb&eacute;m para comunicar de maneira mais eficiente seus benef&iacute;cios.
		</p>
<p>
			&nbsp;
		</p>
<p>
			&nbsp;
		</p>
</p></div>
<p>
		&nbsp;
	</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>04/12/2017 &#8211; Censo Coworking Brasil 2017</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Dec 2017 14:50:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[sobratt]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[2° semestre de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias / Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[O Censo Coworking Brasil 2017 &#233; a terceira edi&#231;&#227;o de um importante estudo sobre o mercado de escrit&#243;rios compartilhados brasileiro. Ele analisa a evolu&#231;&#227;o na ado&#231;&#227;o de espa&#231;os de coworking ao redor do pa&#237;s e levanta dados detalhados sobre o perfil destes espa&#231;os. Com a publica&#231;&#227;o deste documento, n&#243;s tentamos responder perguntas chave para quem [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>
	O Censo Coworking Brasil 2017 &eacute; a terceira edi&ccedil;&atilde;o de um importante estudo sobre o mercado de escrit&oacute;rios compartilhados brasileiro. Ele analisa a evolu&ccedil;&atilde;o na ado&ccedil;&atilde;o de espa&ccedil;os de coworking ao redor do pa&iacute;s e levanta dados detalhados sobre o perfil destes espa&ccedil;os.
</p>
<p>
	Com a publica&ccedil;&atilde;o deste documento, n&oacute;s tentamos responder perguntas chave para quem deseja entender como o movimento de espa&ccedil;os de coworking funciona, qual sua maturidade, relev&acirc;ncia para a economia e como se relacionam com a comunidade local onde est&atilde;o inseridos.
</p>
<p>
	Se voc&ecirc; desejar conhecer exatamente qual foi nossa metodologia,&nbsp;<a href="http://coworkingbrasil.org/censo/metodologia/">pode clicar aqui</a>. Se desejar ver o estudo completo, com recortes por regi&atilde;o e perfil dos espa&ccedil;os,&nbsp;<a href="https://coworkingbrasil.org/censo/2017/">pode clicar aqui.</a>
</p>
<p>
	<span style="font-size:10px;"><em>Por Coworking Brasil</em></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>29/11/2017 &#8211; 3 em cada 10 brasileiros levam 1 hora para chegar ao trabalho</title>
		<link>https://www.sobratt.org.br/29112017-3-em-cada-10-brasileiros-levam-1-hora-para-chegar-ao-trabalho/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Nov 2017 02:46:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[sobratt]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[2° semestre de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias / Entrevistas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sobratt.org.br/?p=4741</guid>
		<description><![CDATA[S&#227;o Paulo &#8211; Quanto tempo voc&#234; demora para se deslocar de casa at&#233; o trabalho? Uma pesquisa in&#233;dita da Associa&#231;&#227;o Brasileira de Comunica&#231;&#227;o Empresarial (Aberje), divulgada em primeira m&#227;o por EXAME.com, mostra que 31% dos brasileiros levam at&#233; uma hora para concluir esse trajeto. De acordo com o levantamento, que foi realizado entre os dias [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h1>
	S&atilde;o Paulo &ndash; Quanto tempo voc&ecirc; demora para se deslocar de casa at&eacute; o trabalho? Uma pesquisa in&eacute;dita da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Comunica&ccedil;&atilde;o Empresarial (Aberje), divulgada em primeira m&atilde;o por EXAME.com, mostra que 31% dos brasileiros levam at&eacute; uma hora para concluir esse trajeto.<br />
</h1>
<div style="margin-left:-15px;">
<p>
		De acordo com o levantamento, que foi realizado entre os dias 27 de setembro e 6 de novembro, 27% levam menos de 30 minutos e 16% gastam entre uma hora e uma hora e meia para chegar ao destino final.
	</p>
<div>
<section>
<p>
				A mesma pesquisa mostra que 54% dos entrevistados utilizam o autom&oacute;vel como principal meio de&nbsp;<a href="https://exame.abril.com.br/noticias-sobre/transportes/">transporte</a>&nbsp;para o deslocamento. O &ocirc;nibus &eacute; a primeira op&ccedil;&atilde;o para 27% das pessoas e o metr&ocirc; para 20%.
			</p>
<p>
				Quando questionados sobre as op&ccedil;&otilde;es que os fariam substituir o autom&oacute;vel como forma principal para circula&ccedil;&atilde;o na cidade, 67% afirmaram que gostariam de melhorias nas condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas do transporte p&uacute;blico e a diminui&ccedil;&atilde;o do tempo de espera.
			</p>
<p>
				Al&eacute;m disso, os participantes citaram a cria&ccedil;&atilde;o de mais linhas, mais corredores de &ocirc;nibus e a diminui&ccedil;&atilde;o do pre&ccedil;o da passagem.
			</p>
<p>
				Veja os detalhes do levantamento:
			</p>
</section></div>
</div>
<div style="margin-left:-15px;">
<div>
<figure>
<p>
				<img alt="" src="http://files.antp.org.br/clipping/aberje_pesquisa_01.png" style="border:0px;vertical-align:middle;height:auto;" />
			</p>
</figure></div>
</div>
<div style="margin-left:-15px;">
<div>
<figure>
<p>
				<img alt="" src="http://files.antp.org.br/clipping/aberje_pesquisa_02.png" style="border:0px;vertical-align:middle;height:auto;" />
			</p>
</figure></div>
</div>
<div style="margin-left:-15px;">
<div>
<figure>
<p>
				<img alt="" src="http://files.antp.org.br/clipping/aberje_pesquisa_03.png" style="border:0px;vertical-align:middle;height:auto;" />
			</p>
</figure></div>
</div>
<div style="margin-left:-15px;">
<div>
<p>
			&nbsp;
		</p>
<div>
<section>
<p>
					A Aberje ouviu 323 profissionais e 155 empresas de diversas regi&otilde;es do pa&iacute;s entre os dias 27 de setembro e 6 de novembro de 2017.
				</p>
</section></div>
</p></div>
</div>
]]></content:encoded>
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		<title>24/11/2017 &#8211; Cartilha de Orientação – Teletrabalho e Mobilidade Urbana</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Nov 2017 02:28:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[sobratt]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[2° semestre de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias / Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Est&#225; dispon&#237;vel para download a Cartilha de Orienta&#231;&#227;o &#8211; Teletrabalho e Mobilidade Urbana durante a XXIII Confer&#234;ncia Nacional da Advocacia Brasileira, uma iniciativa do Sinsa e seus parceiros para os advogados que participar&#227;o do evento, entre 27 e 30 de novembro, na capital paulista. A publica&#231;&#227;o online foi elaborada para promo&#231;&#227;o do conhecimento sobre a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-left:18.75pt;">
	<a href="http://www.sobratt.org.br/site2015/wp-content/uploads/2017/12/CAPA.jpg" rel="" style="" target="" title=""><img alt="CAPA" class="size-full wp-image-4733 alignleft" height="486" src="http://www.sobratt.org.br/site2015/wp-content/uploads/2017/12/CAPA.jpg" style="" title="" width="342" /></a>Est&aacute; dispon&iacute;vel para download a <em><strong><a href="http://sinlink.sinsa.org.br/cl/PCS2W/E_/b586/CqUeAYu4qND/BJ99/FfsHUWxScC2/1/" target="_blank">Cartilha de Orienta&ccedil;&atilde;o &ndash; Teletrabalho e Mobilidade Urbana durante a XXIII Confer&ecirc;ncia Nacional da Advocacia Brasileira</a></strong></em>, uma iniciativa do Sinsa e seus parceiros para os advogados que participar&atilde;o do evento, entre 27 e 30 de novembro, na capital paulista.
</p>
<p>
	A publica&ccedil;&atilde;o online foi elaborada para promo&ccedil;&atilde;o do conhecimento sobre a atividade profissional desenvolvida por meio do teletrabalho e tamb&eacute;m traz informa&ccedil;&otilde;es relacionadas &agrave;s alternativas de transporte dispon&iacute;veis para a locomo&ccedil;&atilde;o at&eacute; o local da Confer&ecirc;ncia deste ano. Em parceria com o Sinsa, contribu&iacute;ram para este projeto a Sobrat (Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades); o CESA (Centro de Estudos das Sociedades de Advogados); e a OAB SP (Se&ccedil;&atilde;o de S&atilde;o Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil).
</p>
<p>
	Atenciosamente,
</p>
<p>
	&nbsp;
</p>
<table border="0" cellpadding="0" style="width:573px;" width="573">
<tbody>
<tr>
<td style="width:328px;">
<p align="center">
					<strong>Luis Ot&aacute;vio Camargo Pinto</strong><br />
					Presidente do SINSA
				</p>
</td>
<td style="width:234px;">
<p align="center">
					<strong>Carlos Jos&eacute; Santos da Silva</strong><br />
					Presidente do CESA
				</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		<title>23/11/2017 &#8211; I Encuentro UNESCO em QUITO &#8211; Equador</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Nov 2017 21:35:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[sobratt]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[2° semestre de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias / Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Aconteceu em Quito no Equador, nos dias 23 e 24 de novembro de 2017, o I Encuentro Regional hacia la Construcci&#243;n de Pol&#237;ticas P&#250;blicas sobre Tecnolog&#237;as de la Informaci&#243;n y Comunicati&#243;n (TIC) para Personas con Discapacidades, com a participa&#231;&#227;o de Andrea Acu&#241;a Presidente do ITA LAC em Costa Rica. Veja na &#237;ntegra a apresenta&#231;&#227;o de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>
	Aconteceu em Quito no Equador, nos dias 23 e 24 de novembro de 2017, o I Encuentro Regional hacia la Construcci&oacute;n de Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas sobre Tecnolog&iacute;as de la Informaci&oacute;n y Comunicati&oacute;n (TIC) para Personas con Discapacidades, com a participa&ccedil;&atilde;o de Andrea Acu&ntilde;a Presidente do ITA LAC em Costa Rica.
</p>
<p>
	Veja na &iacute;ntegra a apresenta&ccedil;&atilde;o de sua palestra,&nbsp;<a href="http://www.sobratt.org.br/site2015/wp-content/uploads/2017/12/231117_Presentación-Andrea-Acuña-UNESCO-I-Encuentro-Regional.pptx">clicando aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>21/11/2017 &#8211; TELETRABALHO &#8211; Conversa Séria &#8211; Entrevista Cléo Carneiro</title>
		<link>https://www.sobratt.org.br/21112017-teletrabalho-conversa-seria-entrevista-cleo-carneiro-3/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Nov 2017 02:13:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[sobratt]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[2° semestre de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias / Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[A nova lei trabalhista, que altera a Consolida&#231;&#227;o das Leis do Trabalho (CLT), regulamentou o teletrabalho, ou home office, no pa&#237;s. Como fica a carga hor&#225;ria do trabalhador que adotar essa modalidade? E benef&#237;cios como o vale-transporte, devem acabar? Nesta edi&#231;&#227;o do Conversa S&#233;ria, o consultor associado do Grupo de Consultoria em Teletrabalho (GCONTT) e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>
	<a href="http://www.sobratt.org.br/site2015/wp-content/uploads/2017/12/CLEO_1.jpg" rel="" style="" target="" title=""><img alt="CLEO_1" class="size-full wp-image-4725 alignleft" height="251" src="http://www.sobratt.org.br/site2015/wp-content/uploads/2017/12/CLEO_1.jpg" style="" title="" width="245" /></a>
</p>
<header>
<div>
		A nova lei trabalhista, que altera a Consolida&ccedil;&atilde;o das Leis do Trabalho (CLT), regulamentou o teletrabalho, ou home office, no pa&iacute;s. Como fica a carga hor&aacute;ria do trabalhador que adotar essa modalidade? E benef&iacute;cios como o vale-transporte, devem acabar? Nesta edi&ccedil;&atilde;o do Conversa S&eacute;ria, o consultor associado do Grupo de Consultoria em Teletrabalho (GCONTT) e Vice Presidente da SOBRATT,&nbsp;<em><strong>Cleo Carneiro</strong></em>, tira essas e outras d&uacute;vidas sobre o assunto.
	</div>
</header>
<section id="viewlet-above-content-body">
	&nbsp;<br />
</section>
<section id="content-core">
<p>
		<a href="http://redenacionalderadio.com.br/programas/conversa-seria/21-11-17-conversa-seria-cleo-carneiro-teletrabalho.mp3/@@download/file/21-11-17%20-%20CONVERSA%20S%C3%89RIA%20-%20CLEO%20CARNEIRO%20-%20TELETRABALHO.mp3"><img alt="audio/mpeg" border="0" src="http://redenacionalderadio.com.br/programas/conversa-seria/21-11-17-conversa-seria-cleo-carneiro-teletrabalho.mp3/audio.png" style="border:0px;vertical-align:middle;" />&nbsp;21-11-17 &#8211; CONVERSA S&Eacute;RIA &#8211; CLEO CARNEIRO &#8211; TELETRABALHO.mp3&nbsp;</a>&mdash; 11979 KB
	</p>
<p>
		<strong>Dura&ccedil;&atilde;o:</strong>&nbsp;12&#39;46&#39;&#39;
	</p>
</section>
<p>
	Entrevista concedida &agrave; Rede Nacional de R&aacute;dio</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>16/11/2017 &#8211; HOME OFFICE é opção para 55% dos Trabalhadores Corporativos no Brasil</title>
		<link>https://www.sobratt.org.br/16112017-home-office-e-opcao-para-55-dos-trabalhadores-corporativos-no-brasil/</link>
		<comments>https://www.sobratt.org.br/16112017-home-office-e-opcao-para-55-dos-trabalhadores-corporativos-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Nov 2017 01:54:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[sobratt]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[2° semestre de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias / Entrevistas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sobratt.org.br/?p=4716</guid>
		<description><![CDATA[Por&#160;MARCIA BREDACOWORKING,&#160;FIQUE POR DENTRO O home office &#233; uma pr&#225;tica que vem ganhando espa&#231;o no Brasil e que deve crescer ainda mais com a mudan&#231;a na legisla&#231;&#227;o trabalhista. 55% das pessoas por aqui fazem pelo menos um dia de home office por semana, de acordo com uma pesquisa realizada pelo&#160;Spaces&#160;&#8211; espa&#231;o de trabalho flex&#237;vel original [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>
	Por&nbsp;<a href="http://adorohomeoffice.com.br/author/marcia-breda/" title="Posts de Marcia Breda">MARCIA BREDA</a><a href="http://adorohomeoffice.com.br/category/coworking/">COWORKING</a>,&nbsp;<a href="http://adorohomeoffice.com.br/category/fique-por-dentro/">FIQUE POR DENTRO</a>
</p>
<header>
<h1>
		<a href="http://adorohomeoffice.com.br/2017/11/16/home-office-e-opcao-para-55-dos-trabalhadores-corporativos-no-brasil/homeoffice-3/" style="font-size: 13px;"><img alt="" src="https://i2.wp.com/adorohomeoffice.com.br/wp-content/uploads/2017/11/HOMEOFFICE.png?resize=650%2C276" style="border:0px;line-height:inherit;vertical-align:bottom;height:auto;width:650px;" title="HOMEOFFICE" /></a><br />
	</h1>
</header>
<div>
<p>
		O home office &eacute; uma pr&aacute;tica que vem ganhando espa&ccedil;o no Brasil e que deve crescer ainda mais com a mudan&ccedil;a na legisla&ccedil;&atilde;o trabalhista. 55% das pessoas por aqui fazem pelo menos um dia de home office por semana, de acordo com uma pesquisa realizada pelo&nbsp;<a href="http://adorohomeoffice.com.br/2017/06/19/spaces-coworking-na-vila-madalena/" rel="noopener" target="_blank">Spaces</a>&nbsp;&ndash; espa&ccedil;o de trabalho flex&iacute;vel original de Amsterd&atilde;, que inaugurou sua primeira unidade no Brasil em junho. A pesquisa foi realizada previamente &agrave; chegada da empresa ao Brasil.
	</p>
<p>
		Mesmo assim, o home office pode ser um desafio, pois &eacute; necess&aacute;rio adaptar o trabalho &agrave; rotina da casa. &ldquo;Nem sempre a pessoa possui a estrutura ou o ambiente necess&aacute;rios para trabalhar de casa todos os dias, o tempo todo. Por exemplo, poucas pessoas t&ecirc;m um espa&ccedil;o prop&iacute;cio para uma reuni&atilde;o em casa. Sem contar que existe a quest&atilde;o das outras pessoas que vivem no local, filhos, etc., que podem interromper momentos de trabalho importantes&rdquo;, comenta Ot&aacute;vio Cavalcanti, diretor do Spaces no Brasil.&nbsp;&ldquo;Por isso, temos visto que o trabalho remoto tem sido acompanhado, tamb&eacute;m, de um crescimento na oferta de espa&ccedil;os de coworkings, por exemplo&rdquo;,&nbsp;acrescenta.
	</p>
<h4>
		<strong>Desafios do Home Office</strong><br />
	</h4>
<p>
		A demanda por aten&ccedil;&atilde;o da fam&iacute;lia &eacute; um desafio para 43% das pessoas, enquanto os barulhos da casa, como m&aacute;quinas de lavar e campainhas, se mostram um inc&ocirc;modo para 40% das pessoas. Outros pontos tamb&eacute;m podem se tornar empecilhos, como a quest&atilde;o da tecnologia.
	</p>
<p>
		<img alt="" data-attachment-id="6041" data-comments-opened="1" data-image-description="" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="image" data-large-file="https://i1.wp.com/adorohomeoffice.com.br/wp-content/uploads/2017/11/image.png?fit=567%2C331" data-medium-file="https://i1.wp.com/adorohomeoffice.com.br/wp-content/uploads/2017/11/image.png?fit=300%2C175" data-orig-file="https://i1.wp.com/adorohomeoffice.com.br/wp-content/uploads/2017/11/image.png?fit=567%2C331" data-orig-size="567,331" data-permalink="http://adorohomeoffice.com.br/2017/11/16/home-office-e-opcao-para-55-dos-trabalhadores-corporativos-no-brasil/image/" height="331" sizes="(max-width: 567px) 100vw, 567px" src="https://i1.wp.com/adorohomeoffice.com.br/wp-content/uploads/2017/11/image.png?resize=567%2C331" srcset="https://i1.wp.com/adorohomeoffice.com.br/wp-content/uploads/2017/11/image.png?w=567 567w, https://i1.wp.com/adorohomeoffice.com.br/wp-content/uploads/2017/11/image.png?resize=300%2C175 300w" style="border:0px;line-height:inherit;vertical-align:bottom;height:auto;" width="567" />
	</p>
<h4>
		<strong>Trabalho remoto</strong><br />
	</h4>
<p>
		Para facilitar, muitas pessoas transformam o home office em trabalho remoto, escolhendo outros espa&ccedil;os &ndash; 43% dos respondentes brasileiros afirma que, quando trabalham remotamente, escolhem outro ponto da mesma cidade em que funciona o escrit&oacute;rio da empresa; 13% deles escolhem locais que ficam no m&aacute;ximo a 20 minutos de suas casas.
	</p>
<p>
		<img alt="" data-attachment-id="6042" data-comments-opened="1" data-image-description="" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="image(1)" data-large-file="https://i2.wp.com/adorohomeoffice.com.br/wp-content/uploads/2017/11/image1.png?fit=567%2C402" data-medium-file="https://i2.wp.com/adorohomeoffice.com.br/wp-content/uploads/2017/11/image1.png?fit=300%2C213" data-orig-file="https://i2.wp.com/adorohomeoffice.com.br/wp-content/uploads/2017/11/image1.png?fit=567%2C402" data-orig-size="567,402" data-permalink="http://adorohomeoffice.com.br/2017/11/16/home-office-e-opcao-para-55-dos-trabalhadores-corporativos-no-brasil/image1-3/" height="402" sizes="(max-width: 567px) 100vw, 567px" src="https://i2.wp.com/adorohomeoffice.com.br/wp-content/uploads/2017/11/image1.png?resize=567%2C402" srcset="https://i2.wp.com/adorohomeoffice.com.br/wp-content/uploads/2017/11/image1.png?w=567 567w, https://i2.wp.com/adorohomeoffice.com.br/wp-content/uploads/2017/11/image1.png?resize=300%2C213 300w" style="border:0px;line-height:inherit;vertical-align:bottom;height:auto;" width="567" />
	</p>
<h4>
		<strong>Coworking</strong><br />
	</h4>
<p>
		Globalmente, 7% dos respondentes indicaram escolher espa&ccedil;os de coworking para o trabalho remoto. No Brasil, esse n&uacute;mero &eacute; mais alto &ndash; s&atilde;o 13%. Isso porque, al&eacute;m de oferecerem toda a estrutura de um escrit&oacute;rio, de acordo com 57% das pessoas, espa&ccedil;os de neg&oacute;cios (como coworkings) s&atilde;o a chave para networking e socializa&ccedil;&atilde;o e, para 56%, esse tipo de espa&ccedil;o ajuda a manter a produtividade.
	</p>
<p>
		&ldquo;Espa&ccedil;os coletivos de trabalho oferecem um combo: toda a estrutura do escrit&oacute;rio, perto de casa e com muitas oportunidades de conhecer novas pessoas, que podem vir a se tornar parceiros de neg&oacute;cios. &Eacute; claro que trabalhar de casa &eacute; uma vantagem, mas nem sempre o ambiente de casa &eacute; o ideal para todos os momentos. E, para esses momentos, os coworkings podem ser &oacute;timas op&ccedil;&otilde;es. Temos certeza de que &eacute; uma tend&ecirc;ncia que deve crescer muito ainda&rdquo;, finaliza Cavalcanti.
	</p>
<h4>
		<strong>Sobre a pesquisa</strong><br />
	</h4>
<p>
		O estudo foi realizado pelo Spaces, com 20 mil profissionais em todo o mundo, sendo 900 profissionais do Brasil, de diversos setores: consultoria e servi&ccedil;os, utilities, tecnologia, entre outros.
	</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>15/11/2017 &#8211; Agora é Lei!!!</title>
		<link>https://www.sobratt.org.br/15112017-agora-e-lei/</link>
		<comments>https://www.sobratt.org.br/15112017-agora-e-lei/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2017 01:34:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[sobratt]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[2° semestre de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[2º semestre de 2015]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias / Entrevistas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sobratt.org.br/?p=4709</guid>
		<description><![CDATA[O teletrabalho &#233; uma atividade laboral realizada remotamente&#160; cada vez mais adotada pelas empresas brasileiras &#160;de diversos ramos de atividade econ&#244;mica. Neste sentido, a nova&#160; lei 13.467, de 13 de julho de 2017 em vigor desde 13 de novembro de 2017, trouxe a chamada Reforma Trabalhista, que altera substancialmente as rela&#231;&#245;es de trabalho. Desta forma, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>
	O teletrabalho &eacute; uma atividade laboral realizada remotamente&nbsp; cada vez mais adotada pelas empresas brasileiras &nbsp;de diversos ramos de atividade econ&ocirc;mica.
</p>
<p>
	Neste sentido, a nova&nbsp; lei 13.467, de 13 de julho de 2017 em vigor desde 13 de novembro de 2017, trouxe a chamada Reforma Trabalhista, que altera substancialmente as rela&ccedil;&otilde;es de trabalho.
</p>
<p>
	Desta forma, o teletrabalho na lei 13.467, foi considerado&nbsp; nos artigos&nbsp; 75 -A , 75-B, 75-C, 75-D e 75 -E da CLT, com altera&ccedil;&otilde;es &nbsp;na reda&ccedil;&atilde;o de artigos j&aacute; existentes, e, com a introdu&ccedil;&atilde;o de novos dispositivos ao texto original.
</p>
<p>
	Em resumo, de acordo com o Dr. Wolnei Ferreira, presidente da Sobratt, a Lei 13467 :
</p>
<ul>
<li>
		Revisou art. 4&ordm; da CLT sobre tempo &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, criando novos conceitos
	</li>
<li>
		Dispensou controle de jornada para quem se ativa em teletrabalho
	</li>
<li>
		Passou exigir contrato/aditivo escrito para a modalidade
	</li>
<li>
		Definiu que custeio deve estar previsto no contrato
	</li>
<li>
		Regulou as condi&ccedil;&otilde;es de reversibilidade
	</li>
<li>
		Alertou sobre necessidade de orientar ostensivamente condi&ccedil;&otilde;es de seguran&ccedil;a no trabalho
	</li>
<li>
		Prev&ecirc; que a mat&eacute;ria possa ser negociada coletivamente, incluindo regulamento interno, condi&ccedil;&otilde;es do teletrabalho, controle de jornada, monitoramento, sobreaviso etc
	</li>
</ul>
<p>
	Ainda de acordo com o Dr. Wolnei:
</p>
<ul>
<li>
		O trabalho remoto j&aacute; &eacute; uma realidade inevit&aacute;vel em boa &nbsp;parte do mundo
	</li>
<li>
		Seu avan&ccedil;o &eacute; inquestion&aacute;vel e n&atilde;o podia mais ser ignorado por&nbsp;&nbsp; nossos poderes
	</li>
<li>
		H&aacute; um desejo de sua pr&aacute;tica por Governos, sociedade, empresas e empregados
	</li>
<li>
		A seguran&ccedil;a jur&iacute;dica vinda com a nova &nbsp;Lei dar&aacute; impulso &agrave; sua ado&ccedil;&atilde;o e a negocia&ccedil;&atilde;o coletiva auxiliar&aacute; sua pr&aacute;tica, conforme seja sua possibilidade e necessidade em cada setor ou &aacute;rea de implanta&ccedil;&atilde;o
	</li>
</ul>
<p>
	Assim, a aprova&ccedil;&atilde;o dessa legisla&ccedil;&atilde;o &eacute; mat&eacute;ria valiosa para a rela&ccedil;&atilde;o capital x trabalho, o que equiparar&aacute; o Brasil aos pa&iacute;ses mais desenvolvidos que j&aacute; a adotam.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>13/11/2017 &#8211; Um admirável Espaço Novo</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Nov 2017 01:37:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[sobratt]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[2° semestre de 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias / Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[O texto abaixo foi escrito por&#160;Ricardo Semler quando ele lan&#231;ou o &#8220;trabalho remoto&#8221; no Grupo Semco, no ano 2000 e&#160;lido por&#160;Clovis Bojikian, na cerim&#244;nia da SOBRATT no CRA-SP, na qual foram entregues os Certificados aos Homenageados pelos 20 anos do Teletrabalho no Brasil. &#160; Nestes dias vamos inaugurar um novo espa&#231;o de trabalho na Semco. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>
	<span style="font-size:16px;"><strong>O texto abaixo foi escrito por&nbsp;Ricardo Semler quando ele lan&ccedil;ou o &ldquo;trabalho remoto&rdquo; no Grupo Semco, no ano 2000 e</strong></span><strong style="font-size: 16px;">&nbsp;lido por&nbsp;Clovis Bojikian, na cerim&ocirc;nia da SOBRATT no CRA-SP, na qual foram entregues os Certificados aos Homenageados pelos 20 anos do Teletrabalho no Brasil.</strong>
</p>
<p>
	&nbsp;
</p>
<p>
	Nestes dias vamos inaugurar um novo espa&ccedil;o de trabalho na Semco. &Agrave; primeira vista, pode parecer um escrit&oacute;rio virtual, que &eacute; caracterizado por:
</p>
<p style="margin-left:54.0pt;">
	1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Falta de escrit&oacute;rios fechados, ou designados a uma pessoa em particular.
</p>
<p style="margin-left:54.0pt;">
	2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Uso m&uacute;ltiplo de um mesmo posto de trabalho, para dar conta do fato de que muitas pessoas usam a mesa do escrit&oacute;rio apenas uma parte do dia, ou da semana.
</p>
<p style="margin-left:54.0pt;">
	3.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tentativa de conter custos, evitando espa&ccedil;os pouco utilizados (cabe muito mais gente num espa&ccedil;o virtual, se somarmos o n&uacute;mero efetivo de horas de uso das mesas).
</p>
<p>
	Muitas destas caracter&iacute;sticas s&atilde;o desej&aacute;veis, mas n&atilde;o s&atilde;o o foco principal desta inova&ccedil;&atilde;o que est&aacute; para ser concebida na Semco. Estamos querendo, tamb&eacute;m, as seguintes condi&ccedil;&otilde;es:
</p>
<p style="margin-left:54.0pt;">
	1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Eliminar, aos poucos, a hierarquia f&iacute;sica, abolindo o poder via s&iacute;mbolos, espa&ccedil;os e mordomias, restando aos cargos de lideran&ccedil;a apenas a conquista do respeito real dos seus liderados por meio da compet&ecirc;ncia e capacidade de aglutina&ccedil;&atilde;o.
</p>
<p style="margin-left:54.0pt;">
	2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Diminuir ou eliminar a capacidade de controle sobre as pessoas. N&atilde;o havendo controle visual ou f&iacute;sico, as pessoas passam a ser responsabiliz&aacute;veis apenas pelo resultado, e n&atilde;o pelo hor&aacute;rio, roupa, modo de agir, ou m&eacute;todo de trabalho.
</p>
<p style="margin-left:54.0pt;">
	3.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Diminui&ccedil;&atilde;o substancial da perda de tempo em tr&acirc;nsito, e redu&ccedil;&atilde;o importante do stress de hor&aacute;rio, do monitoramento corporativo, e da falta de liberdade de organizar a vida familiar.
</p>
<p style="margin-left:54.0pt;">
	4.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Independ&ecirc;ncia crescente, onde um notebook, dados remotos e auto-disciplina tomem o lugar de rotinas cansativas, irritantes e pouco inteligentes.
</p>
<p>
	Hoje apenas pessoas de cargos mais altos ou de fun&ccedil;&otilde;es independentes t&ecirc;m um pouco destes privil&eacute;gios na Semco. Queremos que isto se estenda a mais pessoas, at&eacute; atingir a quase totalidade. Mesmo os que n&atilde;o podem, por fun&ccedil;&atilde;o, estar longe de um posto fixo de trabalho precisam ter mais liberdade do que t&ecirc;m hoje.
</p>
<p>
	Tudo isto &eacute; muito mais dif&iacute;cil de implantar do que pregar. E o obst&aacute;culo principal est&aacute; dentro das cabe&ccedil;as das pessoas.
</p>
<p>
	As pessoas se seduzir&atilde;o com a id&eacute;ia de programar seus hor&aacute;rios com flexibilidade, dar menos satisfa&ccedil;&atilde;o sobre o jeito de fazer as coisas, e gozar da liberdade que um movimento mais livre proporciona.
</p>
<p>
	Por outro lado, sentir&atilde;o inseguran&ccedil;a por n&atilde;o ter um territ&oacute;rio personalizado, duvidar&atilde;o que uma mudan&ccedil;a de hor&aacute;rio n&atilde;o acarrete alguma censura pelos l&iacute;deres, e se sentir&atilde;o um pouco &oacute;rf&atilde;os ao n&atilde;o ter um lugar onde o porta retrato dos filhos simbolize a posse de um lugar ao sol na empresa.
</p>
<p>
	Mas as pessoas sabem que a empresa pode ser fria e calculista, e uma mesa bonita com um lugar na janela pode ser trocada por uma homologa&ccedil;&atilde;o trabalhista, num piscar de olhos, e por isso &eacute; ilus&oacute;ria a sensa&ccedil;&atilde;o de seguran&ccedil;a. Esta s&oacute; pode vir de uma composi&ccedil;&atilde;o feliz entre miss&otilde;es bem cumpridas, por pessoas felizes no que fazem &ndash; e isto, em nada, depende de onde sentam.
</p>
<p>
	O que estamos querendo iniciar &eacute; uma filosofia &ndash; que bata com o que a Semco vem tentando implantar h&aacute; 21 anos: a de levar ao limite a independ&ecirc;ncia, autonomia e capacidade de realiza&ccedil;&atilde;o de cada uma de nossas pessoas.
</p>
<p>
	A tecnologia demorou para nos ajudar. Mas agora est&aacute; dispon&iacute;vel. E queremos que este novo espa&ccedil;o seja o primeiro de uma configura&ccedil;&atilde;o nova de quase toda a Semco. Onde as pessoas percebam que queremos contratar a sabedoria, talento e interesse de cada um, e n&atilde;o um jeito de vestir e falar, uma hora de chegar, e uma atitude conformista.
</p>
<p>
	E este espa&ccedil;o novo simboliza isto. Eu, por exemplo, pretendo us&aacute;-lo como &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o quando vier &agrave; Semco &ndash; que fa&ccedil;o pouco, pois s&oacute; apare&ccedil;o quando preciso (e o mesmo deveria ser verdade da maioria).
</p>
<p>
	Tamb&eacute;m o Violi, Clovis, Vendramim e praticamente todos os que exercem cargos de lideran&ccedil;a na Semco se comprometeram a abrir m&atilde;o de seus espa&ccedil;os exclusivos, para inaugurar esta nova fase demonstrando desde j&aacute; que n&atilde;o &eacute; de salas, vagas de estacionamento e secret&aacute;rias que se faz um bom l&iacute;der.
</p>
<p>
	Haver&aacute; muito receio, muito ceticismo e algum mal uso deste novo espa&ccedil;o (por exemplo, tentar usar sempre o mesmo local). Venho a voc&ecirc;s para fazer um pedido de voto de confian&ccedil;a: que usemos este espa&ccedil;o como experimento comprometido. Para isto, e para n&atilde;o fazer isto de cima para baixo, estamos promovendo uma s&eacute;rie de pequenos encontros, para ouvir todos sobre a melhor maneira de usar estes espa&ccedil;os (dentro do conceito acima, ou ent&atilde;o adaptado pelo que as pessoas realmente querem).
</p>
<p>
	Todas as mudan&ccedil;as que fizemos na Semco procuraram envolver as pessoas e ouvir a todos, mas &eacute; claro, sempre tiveram um grau de autoritarismo. Isto por duas raz&otilde;es: uma, que todos n&oacute;s temos um condicionamento autorit&aacute;rio razo&aacute;vel, e ningu&eacute;m conhece uma sequer empresa democr&aacute;tica no mundo, o que &eacute; uma pena e um atraso de vida. A segunda raz&atilde;o &eacute; que um pulo na maneira de pensar nunca acontece naturalmente. Em termos antropol&oacute;gicos, o ser humano muda muito pouco, e muito devagar, e os grupos (tribos) se armam, fortemente, contra qualquer mudan&ccedil;a mais radical.
</p>
<p>
	N&atilde;o ser&aacute; diferente aqui, e por isso uma for&ccedil;adinha de m&atilde;o sempre acontece. A nossa for&ccedil;adinha vir&aacute; na forma de ouvir a todos, e depois ainda tentar botar o conceito acima em vigor. N&atilde;o acreditamos que este pulo conceitual seja natural ou &oacute;bvio, e por isso teremos que conviver com as reclama&ccedil;&otilde;es e d&uacute;vidas que seguem:
</p>
<p style="margin-left:54.0pt;">
	A.&nbsp;&nbsp; Meu cargo n&atilde;o me permite &ndash; tenho que estar aqui todo dia, na mesma hora. (Rar&iacute;ssimos cargos s&atilde;o assim, e s&atilde;o in&uacute;meras as pessoas que enfrentam duas horas de tr&acirc;nsito, para chegarem pontualmente ao trabalho, para ent&atilde;o mandar um e-mail para a pessoa do lado).
</p>
<p style="margin-left:54.0pt;">
	B.&nbsp;&nbsp; Antes eu tinha uma mesa que era s&oacute; minha, agora tenho que reservar, ou correr o risco de ficar sem. (Sim, mas agora voc&ecirc; pode levar o filho com calma &agrave; escola na Segunda-feira, e trabalhar no Doming&atilde;o &agrave; noite, com pizza na m&atilde;o, melecando a tela do computador de azeite, ao inv&eacute;s de assistir ao Fant&aacute;stico. E mais, o chefe agora n&atilde;o tem como saber onde voc&ecirc; est&aacute;, nem vai se interessar mais por isto, apenas vai cobrar o resultado que foi negociado entre voc&ecirc;s).
</p>
<p style="margin-left:54.0pt;">
	C.&nbsp;&nbsp; Ah, mas eu j&aacute; trabalho na Semco, de dia, e ainda no fim-de-semana em casa. (&Eacute; a&iacute; que seu controle sobre o tempo e seu destino entram em vigor. Cabe a voc&ecirc; descobrir se todos os momentos seus na Semco s&atilde;o produtivos, ou se existe uma forma melhor de se organizar. E, afinal de contas, voc&ecirc; vai economizar muitas horas por semana de tr&acirc;nsito se usar outros hor&aacute;rios ou trabalhar em casa durante o dia).
</p>
<p style="margin-left:54.0pt;">
	D.&nbsp;&nbsp; Mas eu preciso trabalhar com outras pessoas da minha &aacute;rea. (Se voc&ecirc; n&atilde;o &eacute; um destes que manda mail para o colega ao lado, &eacute; s&oacute; combinar com uma, ou quatro ou dez pessoas, e reservar uma &aacute;rea para isto. Voc&ecirc; vai descobrir que estas ocasi&otilde;es s&atilde;o mais raras, em termos de consumo de horas, do que voc&ecirc; achava, e que muitas destas reuni&otilde;es podem ser substitu&iacute;das por telefonemas em grupo, ou uso de internet colaborativa).
</p>
<p style="margin-left:54.0pt;">
	E.&nbsp;&nbsp; Vou me sentir sem pai nem m&atilde;e, sem saber se est&atilde;o vendo meu trabalho, um n&ocirc;made perdido no Deserto do J&aacute;-era. (Ilus&atilde;o, porque hoje o trabalho das pessoas j&aacute; &eacute; muito controlado em termos de resultado final, e a quest&atilde;o f&iacute;sica apenas ficou para tr&aacute;s. Ao usar este sistema novo, voc&ecirc; descobrir&aacute; que ficar at&eacute; 2a feira de manh&atilde; em Itanhaem n&atilde;o vai fazer diferen&ccedil;a nenhuma&nbsp; &#8211; apenas vai economizar 5 horas de tr&acirc;nsito, crian&ccedil;as chorando com queimaduras de sol e refrigerantes quentes comprados do ambulante da via expressa).
</p>
<p>
	O Professor Domenico de Masi, que muitos de voc&ecirc;s devem conhecer como o guru da nova sociedade de trabalho (&eacute; estudioso da sociologia do trabalho h&aacute; quatro d&eacute;cadas) constatou as seguintes coisas, por pesquisa:
</p>
<p style="margin-left:54.0pt;">
	&middot;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &ldquo;Agora, a maioria dos trabalhadores n&atilde;o lida com mat&eacute;rias s&oacute;lidas, mas com informa&ccedil;&atilde;o imaterial. Portanto, em vez de deslocar os trabalhadores para onde est&atilde;o as informa&ccedil;&otilde;es, &eacute; poss&iacute;vel e prefer&iacute;vel deslocar as informa&ccedil;&otilde;es para onde est&atilde;o os trabalhadores&rdquo;.
</p>
<p style="margin-left:54.0pt;">
	&middot;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &ldquo;As pesquisas sobre o teletrabalho, ou seja, o trabalho que n&atilde;o &eacute; realizado nos escrit&oacute;rios, mas na pr&oacute;pria resid&ecirc;ncia, evidenciam que as tarefas que na empresa requerem de oito a dez horas para serem realizadas, em casa se realizam, comodamente, na metade do tempo: de quatro a cinco horas, no m&aacute;ximo. Isto quer dizer que as pessoas passam, seja nas empresas, seja nas reparti&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas, o dobro do tempo necess&aacute;rio.&rdquo; (E &eacute; preciso adicionar, &agrave;s 8-10 horas na Semco, as 3 ou mais horas de tr&acirc;nsito por dia, o que comp&otilde;e um cen&aacute;rio desumano, pouco inteligente e que, composto com o grau crescente de exig&ecirc;ncia da empresa e do mercado, uma vida muito pouco saud&aacute;vel).
</p>
<p>
	Assim, voc&ecirc;s ver&atilde;o que o novo espa&ccedil;o &eacute; muito mais do que uma adapta&ccedil;&atilde;o moderninha &ndash; &eacute; uma tentativa de liberta&ccedil;&atilde;o das pessoas. Do controle desnecess&aacute;rio, da ditadura do tr&acirc;nsito e polui&ccedil;&atilde;o, e de um sistema pouco inteligente, que tanto compromete a vida pessoal, a criatividade, a sa&uacute;de, e por consequ&ecirc;ncia, a felicidade.
</p>
<p>
	Para a empresa, queremos compartilhar do lucro e produtividade que vem de pessoas felizes e interessadas, sem o que nada somos.
</p>
<p>
	E estamos convencidos de que estes novos escrit&oacute;rios, se usados desta forma nova (um ponto de apoio quando &eacute; necess&aacute;rio vir &agrave; empresa, a crit&eacute;rio de cada pessoa) ser&atilde;o um catalisador desta nova forma de trabalhar.
</p>
<p>
	N&atilde;o h&aacute;, ao que se saiba, outra empresa no Brasil que use escrit&oacute;rios totalmente n&atilde;o-territoriais, onde mesmo os diretores n&atilde;o tenham lugar garantido, e onde se incentive as pessoas a acharem seu pr&oacute;prio equil&iacute;brio entre vida pessoal e profissional, ficando, novamente, respons&aacute;veis por seus destinos, e fazendo da empresa um lugar sadio para trabalhar.
</p>
<p>
	Participem dos workshops, d&ecirc;em id&eacute;ias, reclamem quanto quiserem, mas, ao fim, lembrem-se que este &eacute; um exerc&iacute;cio sem precedentes claros e sem regras certas ou erradas &ndash; e que vai depender totalmente do comprometimento de todos. Para, no fim, achar um jeito melhor de trabalhar.
</p>
<p>
	<strong><em>Texto escrito no ano de 2000, por Ricardo F. Semler, para o p&uacute;blico interno da SEMCO e para os visitantes a conhecer o novo espa&ccedil;o.</em></strong></p>
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		<title>13/11/2017 &#8211; Gerente de multinacional que trabalhava no sistema de home office não receberá horas extras</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Nov 2017 01:32:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[sobratt]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[2° semestre de 2017]]></category>
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		<description><![CDATA[A Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho acolheu recurso da Blackberry Servi&#231;os de Suporte de Vendas do Brasil Ltda. e julgou improcedente o pedido de horas extras de um gerente de qualidade que executava suas tarefas no sistema de home office. Para a Turma, presume-se que n&#227;o h&#225; controle de hor&#225;rio no trabalho em [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>
	A Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho acolheu recurso da Blackberry Servi&ccedil;os de Suporte de Vendas do Brasil Ltda. e julgou improcedente o pedido de horas extras de um gerente de qualidade que executava suas tarefas no sistema de home office. Para a Turma, presume-se que n&atilde;o h&aacute; controle de hor&aacute;rio no trabalho em casa, e caberia ao empregado apresentar prova em sentido contr&aacute;rio.
</p>
<p>
	O ex-gerente da Blackberry, multinacional de componentes eletr&ocirc;nicos e equipamentos de telefonia e comunica&ccedil;&atilde;o, alegou que respondia a e-mails e atendia liga&ccedil;&otilde;es fora do hor&aacute;rio de trabalho, e ainda era obrigado a transmitir respostas, pareceres e solicita&ccedil;&otilde;es aos superiores, sob pena de severas repreens&otilde;es. Afirmou ainda que fazia viagens frequentes &agrave; Argentina, nas quais trabalhava al&eacute;m das oito horas. Por isso, pedia o pagamento de horas extras na m&eacute;dia aproximada de cinco horas di&aacute;rias.
</p>
<p>
	A empresa, por sua vez, argumentou que n&atilde;o havia fiscaliza&ccedil;&atilde;o de jornada de trabalho, e que o pr&oacute;prio gerente afirmou que as &uacute;nicas pessoas &agrave;s quais se reportava estavam no M&eacute;xico e, depois, no Canad&aacute;. A testemunha da empresa afirmou que as horas de trabalho, cerca de sete a oito por dia, eram totalmente flex&iacute;veis, e n&atilde;o havia sobreaviso. Tamb&eacute;m disse que que, embora fosse comum o recebimento fora do hor&aacute;rio de trabalho, n&atilde;o havia necessidade de respond&ecirc;-los na mesma hora.
</p>
<p>
	O ju&iacute;zo de primeira inst&acirc;ncia indeferiu o pedido de horas extras, considerando que o gerente foi contratado expressamente para trabalhar em S&atilde;o Paulo (SP), em um escrit&oacute;rio residencial remoto, e que n&atilde;o havia nenhuma prova de que sua jornada fosse fiscalizada. Segundo a senten&ccedil;a, o fornecimento de celular com rastreador, por si s&oacute;, n&atilde;o era suficiente para demonstrar o efetivo controle da jornada.
</p>
<p>
	O Tribunal Regional do Trabalho da 2&ordf; Regi&atilde;o (SP), no entanto, entendeu que o trabalhador demonstrou o tempo extra alegado e, por outro lado, a Blackberry n&atilde;o provou que n&atilde;o havia fiscaliza&ccedil;&atilde;o da jornada nem trabalho suplementar. Para isso, se baseou no depoimento do representante da empresa, que afirmou n&atilde;o saber a frequ&ecirc;ncia com que o colega se dirigia &agrave;s f&aacute;bricas e se deslocava &agrave; Argentina.
</p>
<p>
	No recurso ao TST, a empresa afirmou que, pelo trabalho ser em sistema de home office, era do profissional o &ocirc;nus de comprovar a fiscaliza&ccedil;&atilde;o da jornada e que esta era superior a oito horas.
</p>
<p>
	Para o relator do recurso, ministro M&aacute;rcio Eurico Vitral Amaro, n&atilde;o havendo d&uacute;vidas de que o gerente trabalhava em casa, existe a presun&ccedil;&atilde;o de que n&atilde;o havia controle de hor&aacute;rio, o que atrai o &ocirc;nus da prova em sentido contr&aacute;rio para o trabalhador. Como o TRT decidiu com base nas regras de distribui&ccedil;&atilde;o do &ocirc;nus da prova, o relator concluiu que houve m&aacute; aplica&ccedil;&atilde;o dos artigos 818 da CLT e 373, inciso I, do novo CPC, que tratam da mat&eacute;ria.
</p>
<p>
	(RR &ndash; 562-52.2014.5.02.0029)
</p>
<p>
	<strong>Fonte: Tribunal Superior do Trabalho, por Lourdes Tavares</strong></p>
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