•  

      SELO_22_ANOS CERTIFICACAO   SEJA_UM_APOIADOR

01/06/2016 – Pesquisa mostra crescimento lento de trabalho em home office nas empresas (01/06/2016)

Para 43% das companhias brasileiras, principal motivo é o conservadorismo da direção.

Várias pesquisas já comprovaram os benefícios do home office para um colaborador, sendo o principal deles o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Os empresários também não saem perdendo: economizam em vale transporte e custos fixos como água, luz e, em casos mais amplos, aluguel de salas. Se o resultado é tão positivo, por que essa modalidade de trabalho cresce tão devagar no Brasil?

De acordo com o levantamento realizado pela SAP Consultoria RH, com mais de 300 corporações dos mais variados segmentos, 37% das companhias permitem o trabalho remoto. Dessas, 7% dos profissionais efetivamente fazem o home office, sendo as pequenas empresas as mais receptivas à prática, com 45% dos casos.

Em comparação ao estudo anterior, feito em 2014, a alta foi de apenas 1% (36% para 37%).

Cinco dicas para gerenciar quem fica em home office

Ainda segundo o estudo da SAP, o “conservadorismo por parte da direção” foi o mais citado (43%), seguido de “segurança da informação” (38%), “problemas legais” (38%), “dificuldade de gerir atividades em ambiente externo” (36%) e “infraestrutura” (29%).

“Existe uma cultura no Brasil onde o responsável deve sempre acompanhar de perto sua equipe. Qualquer cenário contrário traz um sentimento de desconforto, também temendo outras distrações em casa como TV e familiares”, opina Ariane Abreu, diretora comercial da Total IP – soluções integradas de voz e e-mail para contact centers.

A Total IP possui diversas ferramentas permitindo ao colaborador trabalhar de casa ou em qualquer lugar do mundo. Além do PABX nativo IP, estão em sua essência os relatórios de produtividade e possibilidade de ouvir ligações, ambos em tempo real, facilitando a monitoria da qualidade. A gravação de voz e tela, de forma sincronizada, traz segurança jurídica e evita conversas não profissionais.

<< Voltar